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Substituição de software que transmite dados ao esocial é necessária em caso de falhas frequentes

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Migração é trabalhosa, mas evita penalizações causadas por sistema ineficaz

Além de estarem programados corretamente, os softwares usados pelas empresas para transmitir informações ao Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial) precisam contar com uma rede de suporte técnico eficiente. Caso contrário, há erros que podem passar despercebidos ou não serem corrigidos com a rapidez necessária. Ambos os casos podem acarretar multas.

Após as empresas com faturamento acima de R$ 78 milhões terem iniciado no eSocial em janeiro de 2018, todos os demais negócios também deveriam ter aderido ao sistema em 1º de julho, mas a data foi alterada para o dia 16 do mesmo mês, em razão de ajustes internos do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).

“Muitas informações estão sendo transmitidas com erros. Um exemplo é a gestão do contrato, da troca da experiência, [para a contratação efetiva]. Algumas empresas estão fazendo isso de forma errada, e os dados vão para o e Social mesmo assim. O erro só será detectado na rescisão do empregado. O envio de dados divergentes também tem sido bastante comum”, afirma a especialista em eSocial da Questor, Tatiana Golfe. “As empresas têm de verificar se elas estão tendo um suporte adequado das software houses. Se não fizerem isso, só vão perceber os problemas, ao tentar entregar uma declaração e não conseguir”, alerta.

Tatiana tem amplo conhecimento sobre os problemas, porque representa a Questor no grupo de trabalho-piloto do projeto do eSocial, formado por empresas convidadas pelo governo a estruturar e testar o sistema de escrituração digital. Além disso, ela ressalta que mais de mil empresas com faturamento anual acima de R$ 78 milhões, que aderiram ao eSocial na primeira fase, usam o sistema da Questor.

“Se o suporte do software não conseguir resolver os problemas rapidamente, a empresa terá de mudar de fornecedor. É melhor fazer isso do que ficar tendo problemas o tempo todo, o que pode resultar em penalizações”, ressalta Tatiana. “Esta substituição de software pode ser realizada. Nós estamos fazendo muitas migrações para os nossos sistemas. É trabalhoso, porque essas trocas normalmente não vão às mil maravilhas, mas perfeitamente possível, com técnicos bem preparados”, garante.

Tatiana afirma que o governo previu casos de migração de software. Por isso, a substituição deverá ser mais fácil no futuro com uma ferramenta chamada “eSocial BX”.

“Os entes partícipes do eSocial já estão desenvolvendo isso. Não está cem por cento pronto, mas em um caminho bem avançado. Serão dois eSociais BX: o cirúrgico, que será gratuito e permitirá a busca dos recibos de entrega, e um mais avançado, que além dos códigos dos recibos, vai trazer informações das [planilhas] XMLS que foram transmitidas. Essas ferramentas vão facilitar bastante o processo de migração, que será bem mais rápido”, explica.

Fonte: GBrasil

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